Ahh! Nossos sentimentos fluíam tão bem! Parecia até aqueles sentimentos que aparecem em filmes, pois parecia tão irreal o que eu estava sentindo por ela.
Muitas vezes, minha vida (como a sua também) era MARCADA por altos e baixos. Ás vezes me encontrava triste e O ruim era que não tinha ninguém que me fizesse sorrir de verdade. Acho que estava precisando encontrar alguém ou algo que me fizesse esquecer os meus problemas. Eu sei que sempre iria estar com problemas. Todo mundo têm problemas. O ruim é quando não temos alguém, mas quando temos pessoas maravilhosas ao nosso lado poderemos lutar contra tudo.
Na maioria das vezes eu sentia receio. Será que era ela? Ou eu estava com o coração enganado?
Eu só tinha certeza de uma coisa. Que ERA NORMAL FICARMOS COM ESSAS DÚVIDAS. Entregar meu coração era uma coisa que eu nunca imaginaria fazer. Não sou muito de confiar em qualquer um. As pessoas têm o péssimo hábito de pisotear no coração de quem o entregou, e esse era o meu medo. Mas a gente não sabe se não arriscar, não é mesmo?
Deixei um pouco de lado todas as minhas “paranoias” ou medo e me entreguei ao sentimento que estava sentindo em meu coração. Nesse ponto, eu já estava realmente apaixonado por aquela menina linda de um sorriso mais lindo ainda, o sorriso mais encantador de todos que eu já tinha visto em toda minha vida.
De uma coisa eu tenho certeza. Eu sempre faço as pessoas rirem. Mas não me considero uma pessoa totalmente feliz. Por dentro, acho que sou frio e solitário. Eu gostava de fazê-la sorrir, principalmente quando ela estava apresentando certa tristeza. Com certeza ela me achava uma pessoa legal e eu percebia isso. Não importa o que eu faria ou de como eu faria, no final das contas, eu só queria ganhar sua atenção. Nem que fosse por 1 segundo, mas já valia a pena, pois ela de qualquer forma me alegrava muito.
Ela parecia conhecer muitas pessoas e eu me preocupava com isso. Ciúmes bobos por uma pessoa que eu ainda nem tinha beijado era novidade para mim. Mesmo eu ainda não estando com ela como um “namorado” eu tinha medo pelo fato de poder ser esquecido antes de qualquer coisa. Tinha medo de perder aquela amizade tão boa que eu tinha com ela. Mas conforme o tempo passa, eu ia esquecendo essas “paranoias”.
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Continua na parte 3...
P.S. Isso será editado gradualmente conforme a função cerebral melhora. Editar é gente boa :)

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